domingo, 19 de fevereiro de 2017

É de acreditar nesta "ganapada" carregada de talento!...


No jogo de estreia de Luís Martins no comando técnico da equipa B, a contar para a 28ª jornada da II Liga, o Sporting, a lutar por escapar aos lugares de despromoção, somou um precioso ponto na sua deslocação a Barcelos, cuja equipa ocupa o 9º lugar na tabela classificativa.

Os gilistas abriram cedo o marcador, através de João Paulo aos 11 minutos, mas o Sporting ainda conseguiu empatar na primeira parte com um golo de Gelson Dala aos 39 minutos. Quando se pensaria que as equipas regressariam aos balneários para o intervalo com um empate, o árbitro entendeu assinalar falta de Ivanildo Fernandes dentro da área do Sporting e Hugo Firmino fez o 2-1 para o Gil Vicente.

A segunda parte pertenceu inteiramente ao Sporting, que viria a empatar de novo aos 71 minutos por Rafael Barbosa e só não alcançou a vitória nos derradeiros minutos do jogo, depois de um forte forcing final, por manifesta falta de sorte.

A equipa parece ter-se transfigurado e tudo aponta para que na próxima jornada, quando receber o Desportivo das Aves, actual segundo classificado, com quase o dobro dos pontos até agora alcançados pelo Sporting, venda muito cara a natural derrota que até há pouco todos lhe vaticinavam.

É de acreditar nesta "ganapada" carregada de talento!...

Leoninamente,
Até à próxima

A maior potência desportiva nacional!...


Heroínas e heróis, o mesmo orgulho e a mesma genuína e incontida alegria!...


A maior potência desportiva nacional!...

Leoninamente,
Até à próxima

Estará iminente uma verdadeira avalanche no futebol português!...




Nuno Saraiva SCP

3 h

«"Não brinquem comigo! Eu sei que se tiver uma atitude acicatada aqui ou dentro do campo, tenho 6 milhões de pessoas atrás de mim que se revêem muito naquilo que eu digo. E se eu tenho uma postura cautelosa, também sei que 6 milhões de pessoas têm posturas cautelosas".

Este é o discurso de um treinador que, dizem, nunca fala de arbitragens. Este é o discurso de um treinador que parece estar eivado de raiva e que pode ser interpretado como de alguém que não hesita em ameaçar com um pretenso exército mitológico, que só existe nas fábulas de La Fontaine. Este é o discurso de um treinador que pode ser entendido como de alguém que parece seguir uma linha de intimidação e de condicionamento dos agentes do futebol.

No entanto, e sem que nunca tenham tido esta conduta, quem está com processos às costas são o Presidente do Sporting Clube de Portugal e Octávio Machado.

Aguardemos pois pela intervenção do Conselho de Disciplina, tão célere e diligente quando se trata de outros protagonistas.»

Aquilo que Nuno Saraiva no exercício legítimo das suas funções no Sporting Clube de Portugal veio dizer há cerca de 4 horas, não será mais que a demonstração clara da indignação e revolta contra a esperteza saloia utilizada por um assalariado do Benfica no sentido  da "intimidação e condicionamento dos agentes do futebol" que se venha a traduzir em benefício da instituição que serve, à revelia e em profundo desrespeito pelos interesses de todas as outras instituições que com aquela competem nas mais diversas provas do calendário nacional.

Obviamente que esse sentimento de indignação e revolta do Sporting Clube de Portugal manifestado por Nuno Saraiva, será naturalmente comungado por todos os restantes agentes e adeptos de futebol dos mais diferentes organismos e clubes, com a óbvia excepção do "pretenso exército mitológico dos 6 milhões". E se já anteriormente os protestos de outro clube com dimensão semelhante se fizeram ouvir em alto e bom som, etiquetando um conjunto de acções que têm vindo a ser desenvolvidas pela mesma "central de propaganda goebbelsiana" de manifesto "sintoma de medo", outros terão optado pelo silêncio, exactamente porque se constata ser um facto indesmentível que outros "sintomas de outros medos" lhes abafam a voz, a indignação e a revolta!...

A Federação Portuguesa de Futebol, nomeadamente os seus Conselhos de Disciplina e Justiça, começam a colher os frutos dos seus desmandos, subserviências e compadrios e se não ousarem ter a coragem de impedir que a "pequena bola de neve" continue a rolar encosta abaixo...

Estará iminente uma verdadeira avalanche no futebol português!...

Leoninamente,
Até à próxima

Obrigado Patrício! Mais do que ninguém, mereces ser campeão!...


Hei-de recordar sempre este momento, como aquele que disfarçou mais uma paupérrima exibição do Sporting em Alvalade e terá evitado que os deuses escrevessem direito por linhas tortas, a justiça triunfasse e a humilhação se abatesse sobre um colectivo e uma massa adepta que continuam sem bússula, sem cartas ou GPS, sem navegador!...

Obrigado Patrício! Mais do que ninguém, mereces ser campeão!...

Leoninamente,
Até à próxima

sábado, 18 de fevereiro de 2017

No próximo sábado a luta continua!...



Em jogo muito difícil e sofrido, contra uma das melhores equipas portuguesas que esta época passou por Alvalade, a vitória alcançada pelos leões fica incontornavelmente ligada a este talento, orgulho da nossa formação que, com uma das melhores exibições da sua fantástica carreira, celebrou condignamente o seu 400º jogo na I Liga a defender as balizas do Sporting.

No próximo sábado a luta continua!...

Leoninamente,
Até à próxima

FONIX p'rá mulher que pensa que isto é tudo dela!...



Imaginem que um dia destes, numa qualquer conferência de imprensa de lançamento ou do final de um jogo, Jorge Jesus "rapava" do seu mui "sui-generis" léxico, tão propalado, escrutinado, criticado, vilipendiado, arrasado, excomungado e mais uns quantos "ados" que os "escribas escarlates" ainda "hádem" - ai hádem, hádem! - descobrir por aí, e se aventurava a dizer:


«... A Operação Fónix trata exclusivamente de futebol, esse jogo incrível, e por isso mesmo justifica umas quantas, poucas, considerações sobre a matéria legitimamente em apreciação. Com o campeonato a entrar no seu último e decisivo terço, estando ao rubro as emoções, não espanta a reacção de muita gente fraca dos nervos ao dar conta da renomeação do juiz de campo mais querido do C.A. para os desafios longe da Luz que constam do calendário do actual líder da prova maior.

- Fónix! – exclamou, em uníssono, o vasto público ao tomar conhecimento da decisão do Conselho de Arbitragem ou, melhor ainda, da aposta do Conselho de Arbitragem na figura original do árbitro-cativo para os jogos fora do Benfica. É que depois de ter estado em Faro vai estar agora em Braga, a próxima deslocação do tri-campeão nacional. E, se as coisas correrem de feição, quem sabe se o árbitro-cativo não estará daqui a quinze dias na Vila da Feira?

- Fónix! – exclamarão, outra vez, os mais exaltados e os mais supersticiosos perante a insistência nos juízos do mesmo apito no que ao Benfica diz respeito.

E, assim, se viu popularmente desvendado o nome da operação que terá nascido no pacato decorrer daquele raide à Maia em que Artur Soares Dias se viu confrontado com uns quantos estranhos com péssimas maneiras e com direito a cobertura televisiva em directo.

- Fónix! – exclamou, com toda a propriedade, o árbitro Soares Dias que anda agora a apitar pelo estrangeiro, pudera…

E foi assim que nasceu a Operação Fónix em curso. Também há quem lhe chame a Operação Fónix Renascida em Curso mas isso, com toda a franqueza, também já não é futebol.»

Pois! Caía o Carmo, a Trindade, a Torre Vasco da Gama e mai-los Clérigos ou o Farol da Barra de Aveiro - ou será de Ílhavo? - e, com muita sorte, o homem regressaria à paz do seu lar com as orelhas verdes a arder de vermelhas!...

Mas como quem escreveu isto é uma senhora e para mais vermelhusca (LINK), ninguém se atreverá a lançar a "suspeita" sequer e a criticar muito menos, o vernáculo de que a D. Leonor resolveu rapar, para entreter as hostes escarlates com os "roubos de igreja" que aí vêm!...

FONIX p'rá mulher que pensa que isto é tudo dela!...

Leoninamente,
Até à próxima 

Rui Vitória: memória curta e modéstia à parte!...



Rui Vitória dá 'murro na mesa': "Sou tolerante mas não brinquem com o meu trabalho"

«... Infelizmente, passado três semanas, bastavam dois minutos para interpretarem o que tinha dito. Não posso falar muito mais, porque há um processo a decorrer e não posso estar a acrescentar muito mais. Mas posso dizer que é um árbitro que me parece ter qualidade, tem um caminho pela frente e não baralho as coisas. Quando faço críticas, não as faço relacionadas com a sua pessoa, mas em relação a factos. E a verdade é que sinto uma amargura muito grande, porque ao longo deste tempo, se há pessoa que tem tido uma postura respeitadora, de enaltecer o futebol, que tem respeito pelos árbitros, sou eu. Sou sempre cauteloso, porque sei que o futebol e o Benfica mandam mensagens para fora, para os adeptos, e essas mensagens são muito importantes. Qualquer coisa que diga não influenciará seis milhões, mas influenciará alguém. Sei que terá impacto. Tenho tido cuidado, estado atento, com uma postura respeitadora e cautelosa. Mas uma má interpretação... Bastava dois minutos para me ouvirem... Sinto-me amargurado. Até à data, a pessoa que mais cautelas e cuidados teve fui eu...»
(Rui Vitória, hoje 17:15, in Record)

Os erros de arbitragem estavam a ser frequentes

«... Inicialmente tínhamos a perspectiva de que eram casos esporádicos e também não digo que não o são, mas pareceu-nos que estavam a ser frequentes e há que dizer aos árbitros quando erram. Eu disse apenas que estava a ser demais aquilo que estava a acontecer...»
(Rui Vitória03/12/2015 20:29, in DN)

Treinador do Benfica não ficou nada satisfeito com a exibição de Manuel Oliveira

"Não fomos eficazes, mas o árbitro também não foi. Repetiu o que tinha feito na última época. Repetiu a exibição e, resumindo, deu empate. Fundamentalmente na segunda parte, houve decisões que na minha opinião não foram bem tomadas. Não é nenhum lance em concreto, mas quem anda no futebol percebe. Uma ou outra situação condicionou o jogo. Não foi uma arbitragem bem conseguida, Quando os jogadores falham, prejudicam-nos. Quando os árbitros erram, prejudicam uma das equipas".
(Rui Vitória, 21 Agosto 2016 às 22:28, in O Jogo)


É no que dá ter as costas quentes por uma "boa imprensa"! Já o senhor Silva, agora a "fazer furor" em terras de Sua Majestade, se continua a vangloriar do mesmo...

Memória curta e modéstia à parte!...

Leoninamente,
Até à próxima

Pôrra, estamos no Inverno e não é hora de dar água aos pintos!...


« ... Uma vez, fui sair à noite, fui a um bar e houve uma rapariga muito engraçada que me chamou a atenção. Meti conversa, sentei-me a uma mesa com ela e estivemos a brincar e a beber uns copos até às quatro, cinco da manhã. Rimo-nos, divertimo-nos, foi um fartote. Às cinco da manhã, chega uma outra pessoa, um homem, que invade o nosso espaço, agarra a minha amiga pelo braço, leva-a para a casa de banho e estiveram a fazer amor. Quando saem, vão os dois embora. Moral da história: pouco interessa o que se passou, porque nessa noite, eu tive muito mais posse de bola. E esta é, basicamente, a minha ideia. Esta história não é minha. Quem o disse foi o Sampaoli, que na altura era seleccionador do Chile, e disse-o depois de ter perdido por 3-0 um jogo em que teve 70 por cento de posse de bola. É exactamente o que eu penso. A posse de bola, neste momento, e concretamente nos clubes grandes, que é do que estamos aqui a falar, exacerba tudo à sua volta...»
(Jorge Simão, in jornal O Jogo)


Confesso que quando Jorge Simão acabou de contar a "velha história" de Jorge Sampaoli, a terei entendido como uma irónica bicada ao Thomas Tuchel, que terá sido surpreendido pela volúvel "garota de bar" que acabou por ir dormir com o Rui Vitória. Porém, logo a seguir chegou a "moral da história" e acabei por perceber que o que ele teria na ideia seria dar-se a entender disposto a vingar o "toureado" treinador alemão, pese embora e em última análise, pretendesse tão só, sacudir aos pingos da chuva de resultados que ultimamente lhe têm encharcado o capote e emudecido a jactância, ao mesmo tempo que - e isso só os deuses saberão! -, foi deixando já preparado o terreno para as delícias da sua costela. Só não saberei muito bem se o Salvador terá gostado do discurso, mas isso já não serão contas do meu rosário!... 

Mas conhecida a curiosa história do ex-seleccionador chileno, inevitavelmente se me colocou a questão sobre quantas "garotas de bar" já não terão "enganado" Jorge Jesus ao longo da sua bem extensa carreira?! E se, para desgraça e decepção nossa, nos resumirmos às épocas que leva de leão ao peito?! E será que o incorrigível JJ voltará logo à noite "a brincar e a beber uns copos", com a "mesma garota de bar", para depois ser o Castro a ir dormir com ela?!...

Pôrra, estamos no Inverno e não é hora de dar água aos pintos!...

Leoninamente,
Até à próxima

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

O Correio da Manhã é agora também o "jornal do absurdo"!...


O jornal Correio da Manhã já era o "jornal do ridículo" e o "campeão de vendas na iliteracia" deste país macambúzio e pobre da bolsa e do espírito, onde maioritariamente as gentes "nem se governam nem se deixam governar", reflexo de meio século sob as "botas do fascismo mais degradante" e em que a escola sempre ocupou um lugar de subalternidade perante a religião do estado.

Mas creio que desta vez terá ultrapassado toda a balizagem da decência e da ética, ao sair do atoleiro da dignidade onde tem vegetado nas múltiplas vertentes de todos sobejamente conhecidas e imiscuir-se no degradado "vespeiro do futebol", agindo como porta-bandeira de uma tendência numa causa que apenas aos directos interessados deveria dizer respeito e, mais grave do que isso, ao recorrer a métodos absurdamente inclassificáveis...

O Correio da Manhã é agora também o "jornal do absurdo"!...

Leoninamente,
Até à próxima 

Triste é o que quisermos, nunca querendo!...


Há uma letra de uma canção composta e cantada por Fernando Tordo que sob o título “Adeus Tristeza”, diz qualquer coisa como “adeus tristeza, até depois/ sinto-te triste por sentir que entre os dois / não há mais nada para dizer ou conversar / chegou a hora de acabar”...

Quando se me deparou o quadro acima, de onde o jornalista Sérgio Krithinas parte para a sua tão oportuna quanto dramática análise (LINK), lembrei-me dessa canção e da terrível e triste ironia que seria, ou será, vermo-nos dentro de pouco mais de um ano, obrigados a trocar palavras tão diferentes no significado, ou talvez nem tanto assim, como "tristeza" e... "Europa"!...

E decidi dar corda aos dedos sobre as teclas e pedir ao Youtube que me trouxesse de volta a canção de Tordo, apenas para confirmar a minha leve suspeita de que algo de comum haveria na relação entre quem compôs e cantou a canção e a quem ela era dirigida e as responsabilidades do Sporting neste "divórcio anunciado" da Europa. Ora reparem:

Na minha vida tive palmas e fracassos
Fui amargura feita notas e compassos
Aconteceu-me estar no palco atrás do pano
Tive a promessa de um contrato por um ano
A entrevista que era boa não saiu
E o meu futuro foi aquilo que se viu

Na minha vida tive beijos e empurrões
Esqueci a fome num banquete de ilusões
Não entendi a maior parte dos amores
Só percebi que alguns deixaram muitas dores
Fiz as cantigas que afinal ninguém ouviu
E o meu futuro foi aquilo que se viu

Adeus tristeza, até depois
Chamo-te triste por sentir que entre os dois
Não há mais nada pra fazer ou conversar
Chegou a hora de acabar

Na minha vida fiz viagens de ida e volta
Cantei de tudo por ser um cantor à solta
Devagarinho num coupé pra começar
Com muita força no refrão que é popular
Mas outra vez a triste sorte não sorriu
E o meu futuro foi aquilo que se viu

Adeus tristeza, até depois
Chamo-te triste por sentir que entre os dois
Não há mais nada pra fazer ou conversar
Chegou a hora de acabar

Na minha vida fui sempre um outro qualquer
Era tão fácil, bastava apenas escolher
Escolher-me a mim, pensei que isso era vaidade
Mas já passou, não sou melhor mas sou verdade
Não ando cá para sofrer mas para viver
E o meu futuro há de ser o que eu quiser

Adeus tristeza, até depois
Chamo-te triste por sentir que entre os dois
Não há mais nada pra fazer ou conversar
Chegou a hora de acabar.

Custa muito a um sportingista admitir, nem que seja por uma única vez, que uma parte significativa "da culpa é do Sporting"! Mas desta vez, sinto que a culpa e esta danada e insuportável tristeza nos caberão em grande parte, pesem embora todos os argumentos estapafúrdios de Jorge Jesus...

E veio-me à memória um belíssimo texto que Pedro Rolo Duarte publicou há uns bons pares de anos no seu blog pessoal:

«É quando aceitamos que estamos tristes. Que estar triste é em si um estádio – uma passagem, certamente, mas algo que se não vence por um simples acto de revolta ou reacção. A tristeza também é um direito que nos assiste – e há momentos em que dá um jeito do caraças. Porque estar triste é respeitável. Porque estar triste é como passar por um mau momento e ele ser uma porta giratória, que rapidamente dá a volta, que isola o passado do futuro...»

Triste é o que quisermos, nunca querendo!...

Leoninamente,
Até à próxima

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